sexta-feira, 24 de dezembro de 2021

Análises do Paulo Figueiredo Filho




Tema: OMS e Vacinas

➡️A OMS afirma que programas de reforço de vacinas ("terceira dose") prolongarão a crise de Covid: 'Nenhum país vai sair da pandemia com dose de reforço'.

Agora, embasado pela OMS, já posso chamar quem toma três vacinas de genocida assassino da vovó? 🤡 

https://t.co/iPLShMLRPv

Tema: China e a sua expansão


➡️O ex-CEO da Disney, Bob Iger, disse em entrevista recente que perdeu o seu otimismo em relação à China e que fazer negócios por lá para empresas americanas se tornou difícil.

Iger foi um entusiasta da expansão da Disney na China e chegou a ser cogitado para embaixador no país.


Tema: Olavo de Carvalho e Jair Bolsonaro 


➡️Apresentando o @conserva_talk ontem com @opropriolavo fiz uma previsão no ar: a de que a velha mídia usaria a entrevista para alguma narrativa. Não deu outra: descontextualizaram uma fala e transformaram o apelo do professor para que "Bolsonaro acorde" em uma "jogada de toalha". O segredo (interpretação de texto do primário) é entender a premissa condicionante para a previsão de "briga perdida". Ele foi até bem explícito: 
"Existem chances de fazer voltar… existe uma chance remota, mas só se o Bolsonaro acordar. Mas eu não sei como fazê-lo acordar." Uma pessoa normal entende: Se Bolsonaro não acordar, a briga está perdida. Os jornalistas "entendem": A briga está perdida.

Isso só tem duas explicações (não mutuamente exclusivas): debilidade mental ou má fé. Em ambos os casos, o jornalismo profissional morreu.


➡️Tivemos quase 6 mil vendo ao vivo o Conservatalk de Natal com o Olavo. Fui ver uma live outro dia (curiosidade mórbida) com uma jornalista da TV Doria/O Globo, um comentarista da CNN e um âncora da BandNews com pico de 120 pessoas.

O que explica? Vocês respondem nos comentários. A minha explicação vocês já sabem: o jornalismo profissional morreu. 


Essas frases acima são de Paulo Figueiredo Filho 



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